sábado, 8 de maio de 2010

Destiny Rules

"(...)
Ficamos com o coração despedaçado porque alguém que muito prezamos falhou num momento desse difícil conviver de corpos, mas nem sempre de alma, pensamento. Nos frustramos, não entendemos, questionamos o outro – às vezes é pedir demais para NOS questionarmos... Talvez fosse o ideal.

Sem contar que nesse processo a gente sempre espera que o outro, seja ele quem for - filho, pai ou mãe, amante, marido, amigo - aja da maneira como agiríamos. Que ele simplesmente tenha a consideração que você se julga merecedor, ou que julga ser a adequada.

O problema são justamente elas, as expectativas. Melhor não esperar. Não vamos encarar isso de forma negativa, mas simplesmente tentar não as ter como regras, porque as coisas podem ter os mais múltiplos fechos e nem sempre o seu é o melhor. "Mais" certo.

As relações me doem demais... Não que eu tenha problema em tê-las. Nunca tive problema em fazê-las (embora, às vezes, opte pelas superficiais e guardo o melhor da minha história para poucos amigos, queridos familiares e amores especiais). Manter as relações sem algumas pequenas frustrações é impossível. E as frustrações não precisam ser eternas, ou profundas. Basta saber lidar com elas... Pensar que se você as tem, o outro, em contrapartida, também tem as dele. E o que seria de nós, se não relevássemos algumas sutilizas em prol das demais experiências? (...)"


As vezes as pessoas tiram as palavras das nossas bocas. (Ou os pensamentos de nossas cabeças).

Créditos: coisaquedaepassa.blogspot.com

Um comentário:

  1. nossa, meus olhos agradecem horrores!

    e daqui a pouco a gente vai ter que começar a pagar direitos autorais pra Marcella... hahaha

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